domingo, 15 de janeiro de 2017

Sobre sinceridade e resoluções de ano novo

O que acontece quando a gente resolve ser sincero com quem a gente gosta? De duas, uma: Ou ela te entende e te recebe de braços abertos ou a relação fica machucada. Mas eu fiz uma resolução pra esse ano, e pra vida daqui pra frente, ser honesta comigo mesma e com as outras pessoas. Me esforçar, sabe? Pra dizer se eu gosto, se não gosto ou o que quer que seja.

E na primeira sinceridade que eu escrevi - sim, mandei textão com o português bem correto - já ganhei uma lambada de ficar horas rodando e pensando no assunto por horas. Fiz certo? Devia mesmo ter escrito tudo isso? Será que nada ficou subentendido? Cada palavra soou exatamente como eu queria? Não vou saber tão cedo...

Mas o que eu sei é que, quando a gente fala o que está guardado a tanto tempo, o coração fica levinho, a alma fica sossegada e a gente fica melhor pra receber e entender a resposta, seja ela qual for.

Então vale a pena, vale a pena, sim! Não se deixe sofrer por pensar com o que pode acontecer. Vai lá e faz. Desprende o que está querendo sair a tanto tempo e seja feliz no final de tudo.


O dia do prato chegou
É como eu encontro você
Nem me lembro que foi diferente

Mas assim como veio acabou 
E quando eu penso em você
Choro café e você chora leite
(O Teatro Mágico - Pratododia)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Coisas pra fazer a vida valer a pena

Comecei essa lista com o famoso "100 coisas pra fazer antes de morrer", escrevi 33 e empaquei. 100 é um número grande, significativo, tanta coisa com um tempo limite que eu nem sei quando é que vai acabar. 

Então resolvi mudar o tema: "Coisas pra fazer a vida valer a pena". Muda o título, se mantem o objetivo: desafiar a mim mesma com coisas que parecem tão grandes ou tão pequenas. Demorei pra subir esse post, já reescrevi ele um tanto de vezes que acabei perdendo a conta e assim vai sendo. Acrescento ítens quantas vezes eu achar necessário e até posso retirar. E claro, vou contando quando realizar algo.

Então, sem mais delongas, segue a lista:
  1. Morar sozinha
  2. Correr 5K
  3. Correr 10K
  4. Fazer um cruzeiro
  5. Me formar em Jornalismo
  6. Conhecer outro país ✓  (Conheci Cancún, no México.)
  7. Aprender a surfar
  8. Fazer alguém feliz
  9. Parar de abandonar tudo pela metade
  10. Participar de uma Disney Magic Run vestida de princesa
  11. Ser voluntário em alguma instituição por um mês
  12. Escrever um livro
  13. Fazer mais três tatuagens
  14. Atingir meu peso ideal
  15. Doar sangue
  16. Aprender Yoga
  17. Conhecer meu escritor vivo favorito
  18. Fotografar alguma coisa por dia, durante 100 dias
  19. Sentir como é o frio abaixo de zero
  20. Conhecer Londres
  21. Aprender a nadar
  22. Aprender algo que eu considero impossível
  23. Participar de um festival de música no Brasil
  24. Participar de um festival de música em outro país
  25. Visitar um templo budista
  26. Alimentar minha poupança toda mês, por pelo menos, um ano, e não mexer no dinheiro antes da hora.
  27. Visitar as sete maravilhas do mundo
  28. Ler 100 livros em um ano
  29. Perder um medo
  30. Ler um livro em inglês
  31. Ler um livro em companhia do autor dele
  32. Visitar meu autor preferido que já faleceu
  33. Completar o #TheRoryGilmoreBookChallenge

F E L I Z  2017

quarta-feira, 2 de março de 2016

Fuller House no NetFlix


Fuller House estreou nessa sexta (26), no Netflix (precisa de explicação? Alguém ainda não conhece?), tendo a primeira temporada, com 13 episódios, liberada de uma vez só. Te amo, Netflix. Vamos casar e ser felizes pra sempre?


A série é uma continuação de Full House, conhecida aqui no Brasil como Três é Demais e foi ao ar entre setembro de 1987 e maio de 1995, inicialmente contando a história de Danny Tanner, que após perder a esposa, conta com a ajuda de seu cunhado e um melhor amigo, Tio Jesse e Tio Joey, para criar as suas três filhas, DJ, Michelle e Stephanie. Sabe aquelas histórias boas de acompanhar? Que emocionam e fazem rir? Assim que eu definiria Full House, que, apesar de ter terminado a anos, é sempre boa pra assistir. 
Quando anunciaram a sequência, a internet borbulhou de curiosidade. Gênio, esse tal dono do Netflix. Ele fez o que sempre passou pela nossa cabeça, saber o que acontece com os personagens depois que tudo acaba. Quem nunca se pegou pensando nisso? Eu, como sempre adorei seriados, não fiquei pra trás e estou esperando ansiosamente o retorno de Gilmore Girls.

Nostalgia. Foi o que senti, principalmente com o primeiro episódio, em que aparece todo o elenco. A história agora é centrada em DJ, a irmã mais velha, que após perder o marido, convoca Steph e Kimmy, Kimberlina pra quem está acompanhando a série, para ajudar a cuidar dos três filhos. O que teria tudo para ser mais do mesmo é exatamente o contrário, principalmente por estarmos tão familiarizados com o ambiente, não perdeu a essência, ri e chorei diversas vezes. 


Terminei a temporada em dois dias, dei até uma segurada pra não terminar em um só, porque os episódios estavam demais e fica aquela vontade de colar um atrás do outro. Preciso muito da próxima temporada.

Libera aê, Netflix!


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Audrey - Impala


Já tem um bom tempo que não publico nada sobre esmaltes por aqui. A verdade é que tenho uma relação de infinito amor e ódio pelos vidrinhos. E como sou eu mesma que faço as minhas unhas, nem sempre fica como o esperado, não é  fácil estar num grau tão bom a ponto de compartilhar, geralmente vai pro Instagram (@EuGabbi) e pronto.

Mas essa semana gostei tanto da cor, de como secou, de não ter ficado com bolinhas que não resisti e trouxe pra cá. O famosão é o Audrey, da Impala. Posso definir ele como um cinza com fundo roxo ou um roxo com fundo cinza??? Me ajuda! rs